Fluxo · compra do imóvel
Mapa das etapas que o analista segue — do ponto de vista de quem precisa prever documento, tempo e custo. Útil antes de combinar sinal com vendedor ou antes de escolher imóvel na planta. Conecta com o correspondente CAIXA por estado e cidade.
Coleta estruturada de dados, definição de linha de crédito candidata e primeira lista documental. É onde mentir ou omitir (segundo imóvel escondido, renda dupla não declarada) explode mais tarde. Correspondente útil corrige linguagem do cliente (‘quero crédito barato’) para variáveis que o banco realmente processa (tipo de bem, renda comprovável, entrada disponível).
Cruzamento de renda declarada, histórico de pagamentos, restrições quando aplicáveis e capacidade de pagamento com stress de taxas e seguros. Resultado pode ser aprovação, recusa ou pendência. Pendência mal respondida vira segunda fila — por isso qualidade de PDF importa tanto quanto ‘ter renda boa’.
O banco precisa saber se o bem existe, se a documentação permite constituição de garantia e se valor suporta o risco. Divergência entre compra e venda combinada e valor de avaliação pode exigir mais entrada ou abortar operação — não é ‘desavença com vendedor’, é matemática de crédito.
Com aprovação condicionada satisfeita, entram cláusulas contratuais, seguros exigidos e demonstrativo de fluxo de caixa com todas as parcelas e encargos. É o momento de ler com calma — depois de assinado, reclamar que ‘não sabia do seguro’ é tarde demais se estava no contrato.
Recursos costumam seguir trilha cartorária: ITBI municipal conforme regra local, registro da alienação fiduciária ou hipoteca, e só então liberação para vendedor conforme contrato de financiamento. Atraso cartorário é gargalo real — tratar como risco operacional, não como ‘falha do correspondente’.
Em cada estado você encontra a lista de cidades e links de volta para estes guias. Abra o do seu estado para contexto local antes do pré-atendimento.